Comprei a máquina de moer grão. Aderi ao café gourmet. Tinha ritual, tinha qualidade, tinha aquela satisfação de quem faz as coisas do jeito certo.
Meses depois, parei tudo.
Não foi fácil admitir, porque eu achava gostoso – e ainda acho. Mas tinha uma coisa que eu fingia não perceber, até que ficou insustentável.
Funcionava assim: o café entrava. Eu ficava ótima por uns 40 minutos. Produtiva, focada, com aquela sensação de que ia conquistar o dia. E aí, sem avisar, a energia sumia.
E o que eu fazia? Um segundo café.
Que funcionava por mais 40 minutos. E aí o ciclo recomeçava.
Isso tem nome técnico: caffeine crash. O café comum libera a cafeína de forma imediata na corrente sanguínea: pico alto, queda brusca. Quando vem a queda: cansaço, dificuldade de concentrar, irritabilidade. No meu caso, dor de cabeça também.
No final do dia, eu tinha extrapolado a dose razoável de cafeína e ainda estava sempre cansada. Porque o pico dura pouco e você fica correndo atrás dele o dia inteiro.
O problema não era a cafeína. Era o formato.
Aí eu fui encontrar uma outra solução.

Existe uma coisa que os orientais usam há séculos – os monges budistas japoneses bebiam antes de meditar. Muita gente confunde com chá verde, mas a verdade é que ele é bem mais potente.
Você já ouviu falar do matcha?
Matcha não é chá verde. São da mesma planta, a Camellia sinensis, mas o matcha é bem mais potente. O chá verde comum é colhido, seco e infundido em água quente. O matcha passa por um processo diferente: as folhas são cultivadas à sombra nas últimas semanas antes da colheita, o que aumenta a concentração de clorofila, L-teanina e antioxidantes. Depois, são moídas até virar um pó fino que você consome por completo, não por infusão.
Isso muda tudo. No chá verde, você extrai uma parte dos compostos. No matcha, você ingere a folha inteira. É por isso que a concentração de antioxidantes no matcha é até 137 vezes maior do que no chá verde.
E é por isso que ele funciona diferente no seu cérebro.
O matcha combina cafeína com L-teanina, um aminoácido que modula os efeitos da cafeína no sistema nervoso, resultando num estado de alerta calmo, sem o pico acelerado e sem a queda abrupta. A L-teanina aumenta a atividade das ondas alfa no cérebro, associadas a um estado de alerta relaxado.
Foco sem agitação, sem irritabilidade, sem aquela sensação de coração acelerado que o café às vezes dá.
É por isso que quem toma matcha fica descrevendo aquele foco tranquilo que parece propaganda mas é real.
Mas tem dois problemas que ninguém fala: matcha bom custa caro. E o barato tem gosto de grama molhada (e não tem a mesma potência).
Além disso (e esse foi o detalhe que me pegou), eu ficava enjoada.
Tem ciência explicando isso: O matcha é rico em taninos e catequinas que se ligam à mucosa gástrica e em estômago vazio, não tem nada pra funcionar como barreira. Daí o enjoo.
A solução seria tomar com comida ou misturado com leite vegetal porque a gordura ajuda a neutralizar os taninos. E funciona. Matcha latte depois do yoga: maravilhoso, honestamente.
Mas nos dias de jejum metabólico, eu ficava sem saída.
O matcha me deu o que o café não dava. Só não cabia em todos os dias da minha rotina.
A solução que encontrei.

Não parei. Troquei o formato.
Descobri o SuperCoffee por acidente. Resistia porque parecia coisa de personal trainer do Instagram. Acredite: ganhei uma lata e demorei meses pra provar.
O que me convenceu foi entender o que tinha dentro.
Ele usa cafeína microencapsulada – uma tecnologia que permite liberação gradual, evitando picos abruptos e reduzindo o risco de queda brusca. E não é só promessa de embalagem: em estudos com cafeína de liberação sustentada, os participantes tiveram melhores índices de alerta, humor e disposição por 8 a 12 horas (tempo suficiente para cobrir jornada de trabalho e treinos) e relataram menos agitação e cansaço do que o grupo com cafeína de liberação imediata.
Na prática: você não sente um pico de energia. Você só se sente mais disposta e produtiva. Sem precisar de reforço às 15h com o coração levemente acelerado.
E além da cafeína, a fórmula tem outros ativos que fazem sentido real.
A cafeína microencapsulada combinada com Coenzima Q10 e L-carnitina estimula a produção de energia a nível celular – não só no sistema nervoso, mas dentro das próprias células.
E tem mais um detalhe que fechou o argumento pra mim: o SuperCoffee ajuda o jejum.
O TCM, que é a gordura presente na fórmula, é absorvido direto pelo fígado e convertido em energia sem precisar de insulina e sem elevar a glicose no sangue. Resultado: o corpo continua queimando gordura, a insulina fica baixa, o jejum metabólico segue intacto.
O matcha em jejum me deixava enjoada. O café em jejum me deixava ansiosa. O SuperCoffee potencializa os benefícios do jejum e ainda me traz saciedade.
Quando eu e André começamos a fazer jejum, achei que fosse rolar divórcio. A fome dava tanto mau humor nos dois que às 10am a gente já estava rosnando um pro outro. Com o SuperCoffee, isso acabou.
Hoje trato o SuperCoffee como ritual: preparo, sinto o cheirinho, aprecio o sabor (que é delicioso) e tenho meu momento de parar antes de começar o dia.
Os três, sem romantismo:
O café comum entrega rápido e vai embora rápido. O crash é real, a dependência de dose em dose também. Funciona, mas tem custo que a maioria ignora.
O matcha é elegante: cafeína suave, L-teanina modulando tudo, sem crash, com benefício antioxidante. Se você tolera o ritual diferente e não liga pro gosto de chá, é difícil bater. Mas não é pra qualquer rotina.
O SuperCoffee é a solução funcional: cafeína do café, entregue de forma gradual, com ativos que sustentam a energia além do sistema nervoso e ainda facilita o jejum. Sem pico, sem queda, sem taquicardia, sem dor de cabeça, sem ansiedade.
Eu escolhi o SuperCoffee. Não porque é o mais cool. Porque eu parei de me enganar sobre o que o café estava me fazendo.
A dica que eu daria para minha mãe.

Ah, e antes de fechar: isso não é publi.
É a dica que eu daria pra minha mãe – e dei. Ela ama.
Todo dia eu escuto mulheres reclamando que estão exaustas, com dor de cabeça, taquicardia, insônia. E quando pergunto sobre o café, a resposta é sempre a mesma: “ah, mas eu preciso”. Será? Talvez o que você precise é de cafeína que funcione direito.
O SuperCoffee se tornou parceiro porque eu já falava sobre eles espontaneamente há tempos. Isso só aconteceu porque veio de mim primeiro, então pode confiar.
O link tá aqui: CLIQUE AQUI e o cupom CAROLRACHE dá desconto.
Todos os sabores são bons, mas os meus preferidos são Língua de Gato e Lajotinha – e eu misturo os dois.
Prova, e me agradece depois.
PS : Querem que eu faça um newsletter só sobre jejum? Sempre que cito isso surgem muitas duvidas. Se sim, comente QUERO.
